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O palco, o inconsciente e o coração

  • João Paulo Guma
  • 15 de jul. de 2008
  • 1 min de leitura

Furioso como nunca Meu inconsciente declama Centenas de palavras de ordem

Com o fervor de um discurso Acaba atingindo meu pulso E ainda diz para mim Sua vida deve ter fim

Glorioso como poucos Meu coração se estende Naquele ardente asfalto

E padece como um passarinho Que rebelde, foge do ninho Mesmo sem saber voar

Coração, não sabes amar

E que glória se faz ao padecer Sem entender as próprias palavras de ordem? Melhor seria nem nascer À deixar que as mazelas nos assolem?

Então deixo a vida Como deixo o palco No tempo em que tudo era lindo No tempo em que eu sofria sorrindo

Com as cortinas abertas

 
 
 

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