Libertadores: Nem foi sonho, nem acabou
- João Paulo Guma
- 13 de mai. de 2009
- 1 min de leitura

Em especial para Ariano Suassuna e Raphael "Alma" Tenório
Alegria na tristeza é possível? Seria possível alguém chorar de alegria e orgulho ao presenciar o fim de um sonho? Seria possível presenciar a derrota e falar pra si mesmo: foi bom mesmo assim? Sim, e esse é um valor que apenas as grandes almas possuem, pois se pensa: sonho não acabou, apenas foi adiado. E o que foi o Sport nessa Libertadores? Um azarão? Um intruso? Um fenômeno? Meus caros, o Sport foi Brasil, foi Nordeste, foi Pernambuco contra a América, contra o Brasil, contra o Nordeste e contra... Pernambuco.
A inveja das outras cores pernambucanas e outras equipes nordestinas, o corporativismo das demais equipes, empresas, instituições e – principalmente – imprensa das regiões sul e sudeste além de, claro, a competição em si, das rivalidades, a única realmente justa. As cores rubro-negras pintaram a América, fizeram suas vítimas em solo estrangeiro, provaram que neste sub-país chamado Nordeste, tão esquecido pelos demais, habitam seres que têm em sua garra, em sua raça, em sua capacidade de erguer de muito pouco o melhor que o Brasil têm para oferecer, o seu tesouro. E este lugar tem uma capital, Recife, e um grande herói, o Sport. No fim das contas, o Leão lutou contra tudo e contra todos, com um brio que me orgulha, que me faz ter prazer em dizer que sou de pernambuco, estado onde nasceu o Sport Clube do Recife. Eu, João Paulo Guma, torcedor do Santa Cruz. Parabéns, torcida rubro-negra! Um dia repetiremos vossos feitos incontestavelmente gloriosos!








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