Ao pai-xamãJoão Paulo Guma3 de jul. de 20101 min de leituraPara Roberto Piva Tu, que fizestes de nós netos dos beats Agora decides chocalhoar esferas distantes Tu, nobre pai-xamã das letras Logo tu que, em brasa, com tua alma maldita Com tua dita alma, ditastes palavras ao vento Sementes, d’onde brotaram pequenos xamãs Agora o verbo se fez pó Que usaremos para ressuscitá-loAmanhã e sempre #PdGPoemas
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