top of page

Lance Armstrong, vilões e hipocrisia

  • João Paulo Guma
  • 21 de jan. de 2013
  • 1 min de leitura


Não quero bancar o advogado do diabo, apenas tenho me incomodado bastante com a quantidade de manifestações de ódio direcionadas ao ex-ciclista Lance Armstrong. Após suas declarações, onde confessou o uso de substâncias proibidas durante a sua carreira, o estadunidense vem sendo o alvo predileto dos moralistas de plantão.


Defender alguém que trapaceia? Nunca! Mas não é disso que eu estou falando. Estou falando de hipocrisia. Estou falando dos arautos da moralidade, que surgem sempre que algum podre é revelado, arautos estes que, do alto de uma suposta superioridade ética, têm como esporte predileto destruir imagens fragilizadas.


O questionamento que tento provocar é simples. No caso de Lance, quando ele teve a hombridade (seja ela forçada ou não) de assumir algo tão vergonhoso, não seria algo a se considerar o fato dele revelar a podridão do esporte do qual ele fez parte durante tanto tempo?


Acima de tudo, quem de nós não tem um segredo que, caso fosse revelado, mudaria a forma com a qual muitas pessoas nos enxergam? Como um outro João nos relata, “que atire a primeira pedra”!

 
 
 

Comentários


Destaques - blog do João Paulo Guma
Verifique em breve
Assim que novos posts forem publicados, você poderá vê-los aqui.
Destaques - Palavras do Guma
Verifique em breve
Assim que novos posts forem publicados, você poderá vê-los aqui.
bottom of page