Yoani e a liberdade
- João Paulo Guma
- 20 de fev. de 2013
- 1 min de leitura

Estive observando as manifestações contrárias a presença da blogueira cubana Yoani Sanchez aqui no Brasil. Me senti obrigado a comentar sobre.
Primeiramente, ela pode ser o que for, arauta do imperialismo, do modo capitalista, do caralho a quatro. Mas, acima de tudo, ela é representante da possibilidade. Do direito de se expressar.
Os “Guevarinhas” que estão hostilizando a moça não passam de imbecis. Representantes de um, dentre tantos, microfascismos que levam, não ao diálogo, mas à unilateralidade de pensamento, à cristalização de verdades absolutas e incontestáveis.
Por coinscidência, exatamente aquilo que eles dizem combater.
Sou favorável ao processo constante de abertura em Cuba. Uma abertura com divisão de renda, com progresso social. Uma Ditadura não faz bem a nenhuma nação. Seja ele, o Regime, de Direita ou Esquerda.
Pra concluir, deixo as palavras de alguém mais sábio do que eu, mas que por ser desconhecido acabou caindo no colo de François Marie Arouet, vulgo Voltaire, que diz: “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.”








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