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E se Chucho fosse Messi?

  • João Paulo Guma
  • 30 de ago. de 2013
  • 1 min de leitura

Rosários aos montes sendo rezados na cidade homônima. Choro incontrolável com a perda daquele que seria a maior esperança de se conquistar o tricampeonato no Brasil.


Comoção em Barcelona, a dupla tão esperada com Neymar nunca seria presenciada e uma estátua começaria a ser construída próxima a de Kubala.


A Fifa, a International Board, a ONU, o Papa, todos buscariam uma providência e uma forma de se evitar a morte de novos craques, de novos gênios.


Mas – feliz ou infelizmente – não foi o genial argentino que morreu e sim o mediano equatoriano. As coisas não vão mudar.


Se naquele macabro fim de semana em Ímola, apenas o fraco Ratzemberger perdesse a vida, quantos outros não iriam ter o mesmo fim? Como mítico Senna também faleceu, tudo mudou.


Nunca mais um piloto de F-1 morreu, apesar de se registrar acidentes impressionantes desde então.

Que não precisemos de um novo Senna morrendo nos gramados do mundo.

 
 
 

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