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Círculo vicioso

  • João Paulo Guma
  • 31 de ago. de 2013
  • 1 min de leitura

Estou pouco me lixando para o futebol carioca. Tal como os paulistas e mineiros, os clubes do Rio são sanguessugas do futebol brasileiro.


No entanto, a contratação de Luxemburgo para iniciar mais um “pojeto” , agora no Flu, é mais um sintoma das doenças crônicas que afligem o futebol brasileiro: a ausência de projetos a longo prazo, a falta de renovação nos nomes que comandam as equipes e a aposta em erros garantidos.


A culpa do baixo rendimento do Flu não está relacionado ao trabalho de Abel Braga, logo, Luxemburgo não vai durar até o fim do campeonato. Isso é ruim e é bom.


É ruim pois – independente da “filojofia” aplicada – a manutenção do comando é imprescindível para que os comandados o cargo. Se um soldado comete uma falha grave, quem é mandado embora não pode ser o general. Isso faz parte da lógica do comando.


Por outro lado é bom, pois eu quero mais é que a serpente morda o próprio rabo.

 
 
 

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