O Mundo Manning
- João Paulo GUma
- 11 de out. de 2013
- 1 min de leitura

Há quem diga que ele amarela nos Playoffs, que está velho ou que seu irmão, Eli, é melhor por ter um Super Bowl a mais. Não sabem nada. Peyton Manning, do alto dos seus 37 anos, tem se mostrado ainda melhor do que na temporada passada. Postulando de forma cada vez mais sólida ao posto de melhor jogador da história da NFL.
Os números da temporada não mentem: em cinco jogos, são 1884 jardas lançadas, 20 touchdowns e apenas uma interceptação na conta do rapaz nascido em New Orleans. Isso sem contar com o seu nível de acerto de 33 para cada 42 tentativas e uma média absurda de 414 jardas por jogo.
Em 15 anos na Liga, são 456 TDs (o recorde é de Brett Favre, 508) e 61.371 jardas lançadas (recorde de 71.838, também de Favre).
Saindo do âmbito matemático, o que mais impressiona na performance de Manning é a sua intensidade e sua liderança. Seu domínio sobre as ações do Denver Broncos, que parece movimentar com a força do pensamento todas as peças laranjas do tabuleiro verde. É muita precisão, é muita virtuose que acaba se transformando em números. Quem sabe em mais um título.
Peyton, porém, tem a fama (para não dizer tradição) de cair de rendimento na pós-temporada. De qualquer forma, Denver, quiça o Colorado inteiro, se transformou num principado, com um soberano óbvio, da altura do grande John Elway.








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