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Domingos

  • João Paulo Guma
  • 8 de abr. de 2014
  • 1 min de leitura

Em meus domingos vazios Virás como chama acalentadora Domingando nosso amor Brincando de ser plena amante Eterna ficante… estante… Astralizante miragem cósmica Dona de minhas semanas inteiras Minhas semanas de espera E meu peito, arauto do teu desejo Ao encostar no teu, belo e firme Criará o batuque primordial O que nos mantêm vivos Nesse plano chamado querer E eu vivo. Eu quero. Eu te sou(l). De domingo a domingo.

 
 
 

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