RAPIDINHAS DA COPA: Semana das quartas-de-final
- João Paulo Guma
- 5 de jul. de 2014
- 2 min de leitura

1- O Brasil evoluiu demais, mas pode ter sido a chamada “melhora da morte”. Torço sinceramente para que não, mas a Alemanha tem mais time, mais experiência e deve fazer a final.
2- Tive dó do Neymar. Garoto novo, sonhando em ser protagonista num título mundial, vítima de um acidente de trabalho gerado pela imprudência de um árbitro que deixou o pau comer, mas deu amarelo para um cara que passou na frente da bola. Brasil x Colômbia foi um dos jogos mais ridículos que tive o desprazer de ver na vida.
3- Mais do que do Neymar, tive pena daqueles que ajudaram na formação jornalística de 90% dos que cobriram a Copa do Mundo no dia de hoje e que falaram mais de um jogador que não jogará mais que dos jogos decisivos nessas quartas-de-final. Vergonha deve ter sido pouco.
4- Hulk.
5- Ouvi de jornalistas renomados que França e Bélgica estavam satisfeitos por estarem entre os 8 melhores do mundo, logo não tinham tanta vontade assim de passar às semis, que a missão estava cumprida. Puta merda.
6- Dí Maria provavelmente não joga mais a Copa, condição que eu havia posto para que a Argentina chegasse a fazer a final. Pois bem, os Hermanos não passam da Holanda nem com a cabeça do meu querido Garay.
7- Goleiro bom tem que ter sorte, mas o que Navas tem é pacto com o satã. De qualquer forma, meus avisos pré-Copa para que a Costa Rica fosse respeitada, apesar de ridicularizados por muitos “entendedores de futebol”, tinham motivos que foram provados dentro de campo: os Ticos jogaram contra 3 ex-campeões mundiais, outros 2 ex-campeões europeus e não perderam pra ninguém!
8- Juro que esqueci o que ia falar. Quando lembrar, edito o post adicionando.








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