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Eleições e vergonha alheia

  • João Paulo Guma
  • 6 de out. de 2014
  • 1 min de leitura

Exceto pela exclusão de Marina Silva da disputa presidencial, fiquei com tanto nojo dos brasileiros país afora, principalmente dos pernambucanos, que não tive estômago para escrever uma análise mais longa sobre o dia de ontem aqui no PdG.


Quando você vê o partido que Miguel Arraes tanto cuidou para ser digno e direcionar suas ações aos mais pobres, contra as elites, ser loteado e direcionado à direita mais reacionária e elitista do estado e do país, é de partir o coração, de dar náuseas seguidas de vômitos.


Como se não bastasse, a bancada da fé mais uma vez dominou as cabeças nos resultados de ontem. Pastores, presbíteros, enfim, charlatões da fé utilizando-se da religião para ascender ao poder, tal como na Idade Média.


Perseguidores das religiões de matriz africana (leia-se racistas), contrários ao direito igualitário, ao aborto, à legalização da maconha, dentre outras bandeiras progressistas que deram resultado positivo em países libertos ou pelo menos protegidos desse fundamentalismo babaca. Silas Malafaia deve ter dado saltos de alegria.


Já as eleições de Paulo Câmara e Fernando Bezerra Coelho, para governador e senador de Pernambuco, respectivamente, demonstraram o quanto é imatura e provinciana a consciência política do povo da Nova Roma dos bravos guerreiros. O primeiro, despreparado e notadamente focado em imitar tom de voz, trejeitos e olhares do falecido Eduardo Campos para angariar votos. O segundo, também dropando na onda.

 
 
 

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