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Santa Cruz: o time que treme com um jogador a mais

  • João Paulo Guma
  • 11 de jul. de 2015
  • 1 min de leitura

Não temam, adversários do Tricolor do Arruda, caso vocês tenham um jogador expulso ao enfrentá-lo. O Santa Cruz não sabe jogar com um a mais em campo. A superioridade numérica mais parece um fardo impossível de se carregar.


Contra o ABC, em casa, o Santinha ficou com um a mais desde os 18 minutos do segundo tempo e saiu derrotado. Tudo bem que ainda eram tempos de Ricardinho, mas essa derrota era o sintoma de uma séria doença.


Já sob comando de Marcelo Martelotte, contra o Ceará, no Castelão, a partida terminou empatada, mas com gosto de derrota. Os donos da casa perderam seu goleiro expulso aos 20 do segundo tempo, ficaram duas vezes atrás no placar – muito mais por falhas defensivas do que por mérito tricolor -, mas empataram aos 48 do segundo tempo.


Hoje o Santinha perdeu e se perdeu no Clássico das Emoções. Anderson Aquino decidiu trocar um gol certo por uma expulsão do adversário, ignorando todo o retrospecto e pensando que seria uma vantagem que a equipe aproveitaria. Doce ilusão! O Santa poderia ser chamado de Santo, tamanho o altruísmo que demonstra contra os clubes em situação de inferioridade.


O curioso é constatar que a melhor apresentação Coral, tanto na parte tática e técnica quanto na atitude do time, foi contra o CRB, no último jogo, quando era o Santa é que estava com um jogador a menos.


Esse time é um caso a se estudar.

 
 
 

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