top of page

Para quem achava que Rivaldo não faria mais história…

  • por João Paulo Guma
  • 14 de jul. de 2015
  • 2 min de leitura

Rivaldo é uma pessoa rara. Tenho propriedade para afirmar pela fase da minha adolescência em que era normal esbarrar ou ter uma pizza paga – na extinta Pizzaria Ipanema – para a minha turma pelo melhor do jogador mundo, lá no bairro de Jardim Paulista, região metropolitana do Recife.


Também é a serenidade e a humildade de alguém que sabia que não duraria para sempre, mas fez o máximo para continuar a fazer aquilo que mais gosta: jogar futebol. Cansei de ver Rivaldo – já aposentado – dando seus piques nas areias da praia de Maria Farinha.


Sua volta ao futebol, no time do qual é presidente, é como a presença do rei em meio a uma tropa quase derrotada. Eleva a moral, principalmente quando o próprio demonstra que está disposto a dar seu sangue e suor pela vitória na batalha, quando poderia se esconder e apenas apontar culpados.


O time do Mogi percebeu isso e reagiu. Não é mais o saco de pancadas da Série B. Foram 7 pontos em 3 jogos com a presença em campo daquele que para todos que entendem de futebol foi o melhor jogador da Copa de 2002.


Além disso, seu retorno rendeu dois prêmios de valor inestimável. O primeiro foi poder jogar com seu próprio filho. O segundo, hoje, foi entrar – mais uma vez – e pôr seu filho nas páginas da história: pela primeira vez no futebol profissional pai e filho marcaram no mesmo jogo.

E só de pensar que se você perguntar pelos lados da Mirueira, todo mundo vai dizer que Ricardo e Rinaldo jogavam muito mais que o irmão mais famoso...

 
 
 

Comentários


Destaques - blog do João Paulo Guma
Verifique em breve
Assim que novos posts forem publicados, você poderá vê-los aqui.
Destaques - Palavras do Guma
Verifique em breve
Assim que novos posts forem publicados, você poderá vê-los aqui.
bottom of page